@MASTERSTHESIS{ 2026:359366094, title = {EDUCAÇÃO LINGUÍSTICA EM LÍNGUA INGLESA NA INFÂNCIA: Uma etnografia com um aluno autista}, year = {2026}, url = "https://tedebc.ufma.br/jspui/handle/tede/6999", abstract = "A presente pesquisa, de abordagem qualitativa e orientação etnográfica, insere-se na área da Linguística Aplicada e no campo da Educação Linguística. A fundamentação teórica apoia-se em estudos de pesquisadores e pesquisadoras da Linguística Aplicada Crítica, como (Pennycook, 2001; Moita Lopes, 2006), bem como de autoras e autores da Educação Linguística Crítica, tais como (Ferraz, 2018; Jacomini, 2024), Educação Linguística com Criança com TEA (Ferreira, 2021), Educação Linguística com Criança, (Malta, 2019; Merlo, 2018; Tonelli, 2023), Educação Linguística na/com a Infância, (Tonelli; Selbach; Kawachi Furlan, Bailer, 2025), Alteridade, Sensibilidade e Ética (Egido, 2022, 2024; Todd, 2014, 2016) entre outros. Seu objetivo geral é conhecer elementos constituintes que levem a uma Educação Linguística Crítica no contexto de Língua Inglesa na Infância. Para alcançar tal finalidade, estabeleceram-se dois objetivos específicos: (i) Identificar elementos que promovam uma Educação Linguística Crítica pela perspectiva docente; e (ii) Identificar elementos que promovam uma Educação Linguística Crítica pela perspectiva familiar. As perguntas orientadoras desta pesquisa são: 1 - Quais elementos promovem uma Educação Linguística Crítica pela perspectiva docente?; 2 - Quais elementos promovem uma Educação Linguística Crítica pela perspectiva familiar?. Para o desenvolvimento desta pesquisa, adotamos uma abordagem qualitativa-interpretativista Denzin e Lincoln (2006), de orientação etnográfica (André, 1995). Como instrumentos para a geração do material empírico, utilizamos entrevistas semiestruturadas e observações realizadas no contexto da sala de aula de Língua Inglesa. Participaram do estudo um professor de Língua Inglesa, a mãe de um aluno autista, o próprio aluno e a pesquisadora. Para atingir os objetivos propostos, desenvolveu-se a investigação a partir dos procedimentos metodológicos da Análise Paradigmática e Sintagmática, conforme delineada por Reis (2015, 2018) e Capellini-Petreche (2020). Dentre os resultados das análises, identificou-se que aspectos da Educação Linguística Crítica pautados na afetividade podem contribuir para o rompimento de barreiras frequentemente enfrentadas por alunos com TEA no processo de aprendizagem da Língua Inglesa, as quais são atravessadas pelas particularidades próprias do desenvolvimento da criança. A pesquisa evidenciou que uma Educação Linguística Crítica sustentada pela alteridade, subjetividade e sensibilidade pode transformar as formas pelas quais os sujeitos exercem suas agências, constroem percepções sobre si e sobre o outro, favorecendo o fortalecimento das subjetividades e o desenvolvimento da alteridade no contexto da sala de aula. Dessa maneira, esta pesquisa indica que há esperança e possibilidade de “trazer cores” à Educação Linguística Crítica, contribuindo para a construção de sentidos mais humanos, sensíveis e inclusivos para a linguagem.", publisher = {Universidade Federal do Maranhão}, scholl = {PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM LETRAS - Campus Bacanga}, note = {DEPARTAMENTO DE LETRAS/CCH} }