@MASTERSTHESIS{ 2024:1479010322, title = {AUTOPERCEPÇÃO E ATITUDES SOBRE O CONHECIMENTO ORTODÔNTICO PRÉ-PROTÉTICO: Uma análise com especialistas em reabilitação oral no Brasil}, year = {2024}, url = "https://tedebc.ufma.br/jspui/handle/tede/6690", abstract = "Introdução: A Ortodontia pré-protética é uma opção de tratamento interdisciplinar importante, pois visa otimizar os procedimentos protéticos-reabilitadores. Este tipo de tratamento envolve técnicas específicas para casos complexos e de difícil resolução, integralizando mecânicas para restabelecer o correto plano oclusal. Evidências sugerem que o aprimoramento do conhecimento ortodôntico entre os profissionais pode auxiliar na tomada de decisões e na percepção sobre o tratamento ortodôntico, resultando em maior satisfação tanto para o paciente quanto para o profissional em relação aos casos clínicos. Objetivos: Analisar a autopercepção do conhecimento de especialistas em Prótese Dentária, Implantodontia e Dentística Restauradora, relacionados à abordagem ortodôntica prévia ao tratamento reabilitador protético, bem como suas atitudes referentes ao planejamento interdisciplinar. Métodos: Tratase de um estudo transversal conduzido com especialistas de todas as regiões do Brasil (Norte, Sul, Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste), por meio da aplicação de um questionário estruturado com perguntas sociodemográficas e questões relacionadas à autopercepção e atitudes sobre o conhecimento ortodôntico pré-protético, através de convites virtuais diretos e indiretos. A análise estatística descritiva incluiu o cálculo das medidas de frequência absoluta, percentual e a construção de gráficos de barras. Os testes do Qui-quadrado (χ²) ou o teste exato de Fisher foram aplicados para comparar as frequências das variáveis categóricas entre os grupos. O nível de significância adotado para todas as análises foi de 5% (P < 0,05). Resultados: Um total de 351 participantes responderam ao questionário de forma autônoma, sendo 43,9% especialistas em Prótese Dentária, 35,9% em Implantodontia e 20,2% em Dentística Restauradora. Desses, 61,3% relataram não ter recebido conteúdo sobre Ortodontia no curso de especialização. Sobre a Ortodontia pré-protética, 98,3% consideram-na favorável para o prognóstico de tratamentos reabilitadores, e 93,4% relatam que percebem muitas falhas nos planejamentos de pacientes com relações oclusais desfavoráveis. O grau de satisfação dos pacientes, conforme percebido pelos profissionais, foi de 8,5% na categoria “totalmente satisfeito” para casos sem ortodontia prévia, aumentando para 48,7% para casos com ortodontia prévia (P <0,001). Além disso, 70,1% relataram que a Ortodontia prévia favorece o tratamento reabilitador de desdentados parciais ou totais. Conclusão: Mediante ao exposto, os especialistas apresentam uma autopercepção positiva e atitudes favoráveis em relação ao conhecimento ortodôntico préprotético. As mecânicas de extrusão lenta e adequação de espaços são as mais conhecidas, quando comparadas às mecânicas de correção de mordida profunda e angulação de raízes. Parcerias clínicas com ortodontistas tendem a otimizar os resultados dos procedimentos reabilitadores, promovendo um melhor prognóstico e satisfação dos pacientes.", publisher = {Universidade Federal do Maranhão}, scholl = {PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ODONTOLOGIA/CCBS}, note = {COORDENAÇÃO DO CURSO DE ODONTOLOGIA/CCBS} }